| Desarmar a Guarda Civil Metropolitana? |
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| Escrito por Jakson Perdigao | |
| 23-Set-2009 | |
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Desarmar a Guarda Civil Metropolitana? O crime organizado e os marginais do Brasil devem estar dando saltos de alegria: enfim o prefeito de São Paulo (Democratas) espalhou o lixo nas ruas da Metrópole e de quebra “quer desarmar a Guarda Civil”. No Brasil em pouco tempo vamos ter dificuldades em distinguir políticos de facções criminosas. Para o eleitor burro e leigo já não sabe distinguir. Mas, para nós profissionais da segurança e portadores de curso superior e prerrogativas jurídicas chegamos no começo do túnel, já não vemos luz no fim do caminho. A violência só aumenta e a única política que vemos é o gasto desnecessário cada vez maior com segurança pública abarrotando os “bolsos” de alguns e com absoluta ineficiência na prática. Os políticos de SÃO PAULO (Democratas e PSDB) querem levar para o Brasil o processo KENSAB de “saopaulinização” da violência. Em cada esquina um grupo de “manos” e a formação de um povo com medo, fechado atrás das grades da insegurança e a mercê do “vida louka” que se afrontados logo nos respondem: “to ligado nos direito dos mano”. O verdadeiro Direito Humano foi assassinado em prol da marginalidade cada dia maior da cidade. O povo brasileiro e o povo de São Paulo está a mercê da bandidagem, e o prefeito agora quer “desarmar” a polícia municipal? Absurdo e vergonhoso senhor prefeito. Mantenha seu “modus operandi” restrito as suas fronteiras. O Brasil não pode ficar refém da sua opinião Enquanto isso nos países desenvolvidos como os EUA a polícia é municipalizada, onde os prefeitos são cotidianamente cobrados e produziram políticas públicas que reduziram drasticamente a criminalidade. Policia Comunitária, relação amistosa com a comunidade, policial do bairro, rondas escolares e uso progressivo da força são políticas públicas eficientes ao combate do crime e só a Guarda Civil é capaz de desenvolver com respeito a cidadania que o povo clama e merece receber do Estado Brasileiro. Os senhores políticos é quem são dispensáveis. Atenciosamente, Jakson Perdigão Filósofo |
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